Abrindo as portas para o mercado internacional

15/04/2016

Para consolidar o Haras Engenho como referência mundial na criação e produção do cavalo árabe, a trajetória de seus administradores é marcada por acontecimentos inusitados, que mesclam a persistência, um pouco de sorte, ousadia e principalmente grande conhecimento a respeito da raça.

As viagens pelo mundo em busca de animais geneticamente perfeitos para o melhoramento do plantel são constantes. Aliás, foi justamente pelo fato de seus administradores estarem sempre no encalço de novos exemplares que o Haras Engenho conquistou posição de destaque no circuito mundial do cavalo árabe.

Esse foi o caso de Mashoor Al Mohamadia, adquirido em 2014 do rei da Arábia Saudita Abdullah bin Abdul Aziz Al-Saud.

Filho do garanhão Abha Qatar e de Abha Palma, Mashoor garante a continuidade do que existe de mais moderno na atualidade em termos de genética do cavalo árabe.

Devido ao interesse que os produtos do Haras Engenho despertaram no circuito mundial do cavalo árabe, pessoas de vários países passaram a visitar o criatório.

Por conta disso, os administradores do haras entenderam que deveriam investir na divulgação dos animais do plantel em periódicos internacionais de divulgação da raça, encartando nessas publicações peças publicitárias com fotografias e informações a respeito dos exemplares campeões, o que também ajudou na consolidação do Haras Engenho em todos os continentes.

Busca constante – Em 2011, na Alemanha, Laucídio Coelho Neto e Paulo Zandavalli casualmente acompanharam a chegada de um cavalo árabe que despertou o interesse de ambos, principalmente devido à sua qualidade.

Deixando a Alemanha, seguiram para a Polônia e em uma visita ao Michelow Stud – de propriedade do Exército polonês e que abre suas portas à visitação pública apenas 15 dias por ano – se depararam com dois outros animais, um potro e uma fêmea, também de altíssimo nível. Foi então que descobriam que estes exemplares eram filhos do garanhão que tinham avistado na Alemanha.

“O Paulo saiu em busca de informações e descobriu que aquele potro, o Primero Marc, pertencia a um haras localizado na fronteira da Polônia com a República Tcheca”, lembra Laucídio Coelho Neto. “De onde estávamos até o criadouro, a distância era grande, mas mesmo assim decidimos ir em frente, na tentativa de adquirir aquele animal”, conta o empresário.

Negócio fechado, surgia então a primeira operação de leasing, em um prazo contratual de cinco anos, entre o Brasil e a Polônia. Com um ano de idade, Primero Marc, filho de Q. R. Marc (primeiro cavalo a custar mais de 1 milhão de dólares nos EUA), já estava em Mato Grosso do Sul. Hoje, a linhagem do animal faz história na trajetória do Haras Engenho na produção de machos de altíssima qualidade.

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